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O celular pode ser um grande parceiro do aprendizado em sala de aula, desde que tenha um propósito pedagógico

Segundo dados divulgados pela União Internacional de Telecomunicações (UIT), até o final de 2014, o número de celulares no mundo chegaria a quase 7 bilhões. Ou seja, praticamente o mesmo número de habitantes no planeta. No Brasil, de acordo com dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o número de celulares ultrapassou a marca de um aparelho por habitante em novembro de 2010. Ou seja, os dispositivos móveis vieram para ficar e mudaram para sempre o nosso modo de viver. Como consequência, a tecnologia está mais acessível e funcional, permitindo que os dispositivos atuem com mais eficiência, coletando e analisando uma enorme quantidade de dados simultaneamente e em tempo real.

Na área educacional, os dispositivos móveis não poderiam deixar de ser aproveitados. O smartphone agora é visto com outros olhos e seu uso volta-se para o aprendizado em sala de aula. Dentro da tendência do m-learning (ou mobile learning), o aparelho é encarado como um instrumento pedagógico e pode ser utilizado das mais diversas formas: para realizar pesquisas diversas, uso da câmera para registro das aulas, as redes sociais com geolocalização para as aulas de geografia, além dos lembretes de tarefas, sugestões de leituras, dicas via mensagem, gravação de entrevistas em áudio ou vídeo para debate posterior, e por aí vai!

Como usar?
Mas é claro que, sem um propósito pedagógico, o celular pode ser prejudicial em sala de aula e atrapalhar a concentração do aluno e, também, do educador. Por isso, é preciso ter um objetivo de aprendizagem para fazer o melhor uso dessa tecnologia no ambiente escolar, integrando a solução à proposta curricular. Em relatório divulgado pela ONU/Unesco em 2013 (Diretrizes de Políticas para a Aprendizagem Móvel), a instituição estimula o uso da tecnologia nas disciplinas e ainda discute a necessidade de se treinar os professores para que eles lidem com a tecnologia dentro de sala de aula. Segundo dados de outro relatório da Unesco, lançado em 2014 (O Futuro da Aprendizagem Móvel), os modelos mais populares de dispositivos móveis na educação são os do tipo 1:1, ou Um Computador por Aluno (UCA), e os do tipo Traga o Seu Próprio Dispositivo (Bring Your Own Device – BYOD), integrando não apenas o celular, mas o computador e o tablet como recursos pedagógicos.

A Unesco ainda mostra que as inovações mais recentes em tecnologia móvel têm se centrado na criação de conteúdo digital, especialmente livros didáticos digitais, aplicativos móveis e plataformas de software para acessar recursos digitais. A instituição também confirma a tendência de a tecnologia permitir a aprendizagem a qualquer hora, em qualquer lugar, criando uma ponte entre a educação formal e a não formal.

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E você, educador, também acha que é possível contar com celulares e smartphones funcionando em sala de aula para estimular o processo de ensino-aprendizagem? Registre sua opinião, nos deixe o seu comentário!

Para conhecer nossas soluções para aprendizagem móvel, com o objetivo de integrar a proposta pedagógica da sua escola com as tecnologias educacionais disponíveis, fale conosco! Estamos à disposição para entender às suas necessidades e propor as melhores soluções em tecnologia educacional.

Fontes: Revista Educação/UOL, VEJA, Olhar Digital/UOL, O Globo, Unesco, UIT, Anatel