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Algumas instituições reabriram seus espaços físicos ao redor do mundo e o Brasil se prepara para  retorno às sala de aula

A volta às aulas presenciais nas escolas ganharam o centro do debate com a flexibilização das medidas de isolamento social. Mas, planejar a retomada das atividades em sala de aula em meio à pandemia esbarra em dificuldades de diferentes níveis, sendo a principal delas o perigo de ampliar a disseminação do novo coronavírus.

Em alguns países da Ásia, da Oceania e da Europa, a reabertura das escolas começou ainda no mês de maio. Porém, para isso, criaram protocolos a partir de diretrizes de órgãos internacionais, como a ONU, Unicef e Associação Americana de Pediatria, e contextos locais. Veja como foi em cada um deles:

China: voltou em abril, inicialmente com as turmas do ensino médio. Com o uso obrigatório de máscaras, os alunos passam por tendas de desinfecção instaladas na entrada das escolas e têm a temperatura corporal checada sistematicamente.

Coreia do Sul: as escolas reabriram em maio, mas algumas foram obrigadas a fechar e outras a adiar a abertura devido a novos surtos de propagação do coronavírus. Na capital, Seul, as turmas do jardim de infância ao ensino médio podem receber apenas um em cada três alunos. Os demais seguem no ensino a distância.

Nova Zelândia: no dia 18 de maio, cerca de 800 mil estudantes voltaram às escolas no país. Com horários diferentes de entrada, intervalo e saída.

Dinamarca: primeiro país a voltar às aulas na Europa, começou com a educação infantil. As  carteiras respeitam um distanciamento mínimo, as brincadeiras no intervalo ficaram restritas a pequenos grupos, pontos para lavagem das mãos foram instalados e as bibliotecas permaneceram fechadas.

Alemanha: as turmas foram reduzidas pela metade, os corredores se tornaram vias de mão única, portas e janelas permanecem abertas para garantir a ventilação. Os intervalos ocorrem de forma escalonada. Em algumas regiões do país chegaram a realizar teste para detecção de Covid-19 em alunos.

Portugal: retomou as aulas no dia 18 de maio com turmas do Ensino Médio e, em seguida, com a educação infantil. O uso de máscara é obrigatório, assim como a lavagem das mãos ao entrar e sair da escola. As turmas possuem horários de aula, intervalos e períodos de alimentação diferentes.

França: no início de maio foram abertas 40 mil escolas no país, com prioridade para a educação infantil. Uma semana depois, 70 foram fechadas devido ao registro de casos de coronavírus. O Ministério da Educação estabeleceu quais produtos utilizar para desinfectar frequentemente o piso, maçanetas, sanitários e interruptores.

Algumas medidas parecem ser consenso: a análise dos contextos regionais e a necessidade de volta gradual e escalonada são alguns exemplos. Um retorno escalonado significa que inicialmente a abertura da escola será limitada a alguns dias da semana e a determinadas séries ou níveis de ensino, com horários de entrada, intervalos, uso de refeitório e saída diferentes entre as turmas.

A adoção de um modelo híbrido, que combina a educação a distância com o ensino presencial, será importante para dar conta de uma operação em horários parciais e adaptados. O ensino híbrido também é incentivado para que as instituições estejam preparadas para possíveis fechamentos e para atender alunos com comorbidades que impeçam sua volta imediata.

No Brasil, a discussão sobre a reabertura das escolas tornou-se ainda mais intensa depois que o Ministério da Educação (MEC) divulgou no início do mês de julho uma cartilha de biossegurança, com  diretrizes sanitárias para o retorno das aulas presenciais. Entre as recomendações de todos os órgãos já divulgados, assemelham-se:

  1. Uso de máscara
  2. disponibilização de estações para lavagem frequente das mãos
  3. Higienização constante de superfícies
  4. Distanciamento entre os alunos (a Associação Americana de Pediatria recomenda um espaço de seis pés entre as carteiras)
  5. Ocupação de locais que favoreçam a circulação de ar
  6. Adaptação dos horários e atividades
  7. Medição de temperatura

Ainda não há um consenso no país sobre quando e como a retomada deve ser feita, porém alguns estados já tomaram a iniciativa e divulgaram a previsão da volta às aulas presenciais. Veja quais e quando pretendem retornar*:

 

Voltam em agosto:

Maranhão: 10 de agosto

Rio Grande do Norte: 17 de agosto

Distrito Federal: 31 de agosto

Rondônia: agosto, sem dia definido

 

Voltam em setembro:

Acre: 8 de setembro

Santa Catarina: 8 de setembro

São Paulo: 8 de setembro

Piauí: 22 de setembro.

Paraná: setembro, sem dia definido

Tocantins: setembro, sem dia definido

 

Algumas regiões apresentaram planos e protocolos sanitários próprios, outros apenas divulgaram a data sem ainda ter um plano de ação para o momento. Mas, independente do estado, os protocolos de saúde serão baseados em cinco eixos: distanciamento social, higienização, comunicação, monitoramento e controle. 

É bom ressaltar que, na ausência de protocolos oficiais, os gestores devem continuar seguindo e acompanhando as orientações dos órgãos internacionais e nacionais de saúde, como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde (MS).

Também lembramos que, independente de quando isso acontecerá, as instituições deverão estar prontas. A suspensão das aulas ocorreu de forma repentina e é compreensível que muitas não estivessem preparadas para isso, porém o retorno é inevitável e há como se organizar para ele. Como destacou recentemente a diretora geral da Unesco, Audrey Azoulay, “a decisão de reabrir uma escola está longe de ser simples, mas deve ser uma prioridade”.

 

Como sua instituição está se preparando para o retorno?

2020 é um ano que ficará marcado pelas grandes transformações que passamos por conta da pandemia de Covid-19. As relações mudaram, as formas de estudar também e a verdade é que quando as escolas abrirem suas portas novamente elas também precisam estar mudadas, especialmente no que se refere às exigências sanitárias.

Se tudo mudou, o Schood também se atualizou e agora, além das diversas funcionalidades de segurança e agilidade, como a  eliminação do manuseio de dinheiro e cartão para os pagamentos na cantina, tendo em troca a simples aproximação da pulseira inteligente para o leitor, você também pode medir a temperatura dos alunos.

Schood é tecnologia para dar a agilidade que sua escola precisa e a segurança que seus alunos merecem. Além de que, a adoção dessa tecnologia demonstra aos pais a seriedade que a instituição tem para com a integridade e bem-estar dos estudantes. 

 

*Fonte: Nove estados e o DF têm previsão de retomada das aulas presenciais na rede pública estadual até setembro. Portal G1. Disponível em: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2020/07/21/oito-estados-e-o-df-tem-previsao-de-retomada-das-aulas-presenciais-na-rede-publica-estadual-ate-setembro.ghtml

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