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Veja como a tecnologia pode estimular novas experiências e contribuir para o desenvolvimento das crianças. Segundo muitos educadores, é na Educação Infantil, considerada por eles como uma das principais fases do desenvolvimento humano, que as novas experiências devem ser incentivadas. Mas como aproveitar esse contexto no plano de aula, em um cenário onde as crianças estão cada vez mais imersas no universo das novas tecnologias? De acordo com o consultor pedagógico da Positivo Informática Tecnologia Educacional, Luca Rischbieter, por contarem com ferramentas com várias funcionalidades, como smartphones e tablets, os alunos acabam desenvolvendo as novas habilidades fora da sala de aula. “Eles estão construindo competências fora da escola que não estão sendo levadas em conta dentro dela. A escola tem que ser um espaço que estimula a cooperação e a abertura para o outro e as novas tecnologias são formidáveis para isso”, aponta o consultor. Ensino colaborativo Para a professora do maternal, Nivalda Resende Franco Silva, do Colégio Nossa Senhora das Graças, de Patos de Minas (MG), o processo investigativo das crianças começa desde cedo. “As vivências concretas do cotidiano as levam a formar esquemas de percepção que as ajudam a antecipar o que é natural em situações da rotina”, afirma. Nivalda utiliza como solução o Educacional, um conjunto de soluções que, em um ambiente virtual de aprendizado, integra conhecimento, ensino e tecnologia na escola. O espaço incentiva a interação e a colaboração efetiva entre alunos e professores. “Procuro não desperdiçar nenhum conhecimento prévio das crianças. Por isso, fico ‘antenada’ aos interesses delas e procuro responder às perguntas aliando o Educacional aos momentos de pesquisa”, conta a professora. Por onde começar? Para levar essa prática para dentro de sala, o passo inicial deve ser permissão de abertura para novas experiências. “Você tem que educar para abrir horizontes culturais e geográficos. As pessoas dentro da escola e os alunos têm que ter voz e vez”, orienta Rischbieter. Na era digital, para encarar o desafio de viajar com os pequenos rumo ao mundo das novas descobertas, é preciso atenção e planejamento, começando pela definição das tecnologias educacionais a serem utilizadas e pela capacitação do educador para o uso das soluções junto aos seus alunos. Esse contato com o novo deve acontecer de modo gradativo, respeitando os limites dos alunos. “Quando trabalho com as crianças, não espero delas respostas bem elaboradas. Pretendo aguçar a curiosidade de forma agradável, significativa e lúdica”, explica Nivalda, que encara essa responsabilidade como algo prazeroso e desafiador. Educar para a curiosidade A importância dos novos experimentos também estimula o desenvolvimento de importantes habilidades como a motora e a escrita, além da autonomia e da linguagem, transformando o processo de ensino e aprendizagem em uma divertida fase de descobertas. “Apalpar, manusear, sentir, observar, explorar, investigar e perceber são ações educacionais imprescindíveis para que as crianças sejam educadas para a curiosidade”, pontua a professora. Para incentivar a comunicação, criatividade e pensamento crítico, três das principais habilidades do século 21, conheça as soluções LEGO® Education para a Educação Infantil. Veja neste post mais dicas para estimular a criatividade dos alunos da sua escola! 

Veja como a tecnologia pode estimular novas experiências e contribuir para o desenvolvimento das crianças na Educação Infantil.

Confira a experiência dos professores de Matemática e Português do Colégio Equipe com o uso do ecossistema adaptativo que personaliza o aprendizado A busca por novas formas de tornar a aprendizagem mais efetiva aliada ao desejo de oferecer uma educação de qualidade, foram as principais motivações do Colégio Equipe do Recife (PE) ao usar o ecossistema adaptativo Aprimora para apoiar as aulas de Matemática e Português no Ensino Fundamental 1 e 2. “Estávamos precisando dar um plus na parte de tecnologia e Matemática para tornar as aulas um pouco mais atrativas e envolver mais os alunos”, conta Fábio Sérgio de Oliveira Girão, professor de Matemática da instituição. Com o apoio do Aprimora Ensino Fundamental desde o primeiro semestre de 2016, Girão conta que atualmente está usando o aplicativo em duas vertentes. “Para o aprofundamento de alguns alunos e para resgate e retomada de conhecimento de outros deles, que precisam de um reforço ou revisitar conteúdos em que não houve uma aprendizagem efetiva”, explica ele. Descoberta O começo dessa história de sucesso no Colégio Equipe partiu de uma iniciativa da equipe de TI da instituição. “Temos uma colaboradora chamada Gleyce que está sempre em busca de novidades. Ela me perguntou se havia interesse em usar uma nova ferramenta que associasse game, Matemática e Português de forma dinâmica. Disse ainda que oferecia bom suporte e ótima análise de dados das respostas dos alunos para cada questão proposta”, recorda Girão. Capacitação Logo após os professores descobrirem alguns dos principais diferenciais e benefícios do Aprimora, participaram de reuniões com a Positivo Informática Tecnologia Educacional para ver o app funcionar na prática. “Realizamos encontros com um representante da Positivo e os professores, para conhecer melhor o Aprimora e poder aplicar a ferramenta com segurança e de forma a explorar o melhor que ela tem a nos oferecer”, afirma o professor Fábio. Objetivos Com o objetivo de envolver e motivar os alunos com a nova ferramenta, o professor de Matemática comenta sobre seus objetivos ao introduzir o Aprimora em sala de aula. “A oportunidade de desenvolver a aprendizagem de forma lúdica e usando para isso um game foi o que chamou a minha atenção, pois era uma forma de aproximar os alunos dos temas matemáticos que precisávamos abordar”, continua. Personalização do ensino Ajudando os professores a entenderem melhor o desempenho dos alunos, de modo individual, o Aprimora dá caminhos para que os próprios alunos desenvolvam a aprendizagem. “Como professor, vejo o app como uma ferramenta que me auxilia na identificação de dificuldades com relação às habilidades dos estudantes, fornecendo ao professor e ao aluno o percurso usado para a resolução das questões, bem como a análise dos erros. Ao mesmo tempo, proporciona atividades lúdicas no processo de ensino e aprendizagem. Além desses benefícios, o aplicativo tem linguagem adequada à faixa etária dos alunos, possui elementos de gamificação e estimula o protagonismo”, aponta João R. Melo, professor de Língua Portuguesa. Desafios Professor João conta que, entre os desafios para a aplicação do Aprimora no currículo escolar, esteve a reorganização da grade de horários de uso do laboratório de Informática e o incentivo para que os alunos usassem o aplicativo. Satisfeito com o uso do app, fala sobre os principais resultados obtidos. “Comparando a minha avaliação com os problemas detectados pelo Aprimora, tenho mais dados sobre o processo de aprendizagem de cada aluno. Isso nos dá mais oportunidades de auxílio em sala. Por exemplo, se um aluno responde uma questão em curto espaço de tempo o Aprimora sugere que possivelmente tenha ‘chutado’ a resposta. Então, levo esse dado para discutir com os alunos a importância de gerenciar o tempo para realizar as atividades”. Já o professor Fábio afirma que trabalhar com a educação no Brasil não é fácil e que os desafios são constantes. “Associar tecnologia, educação e Matemática é um desafio a mais. Porém, nesse caso, notei que nas aulas em que utilizamos o Aprimora os alunos de fato ficaram mais envolvidos e instigados com os desafios. Além disso, temos todo respaldo de análise de resultados que permite reorganizar e realizar novas atividades para resgatar conteúdos que não foram bem assimilados em etapas anteriores. O ganho foi enorme e, ainda por cima, resgatamos a aprendizagem e algumas lacunas matemáticas existentes. A experiência foi extremamente positiva”. Aprimora Ensino Fundamental Com um ambiente lúdico, interativo e personalizado o Aprimora Ensino Fundamental oferece aos alunos um ensino personalizado de qualidade nas disciplinas de Matemática e Língua Portuguesa. Respeitando as diferenças de aprendizagem, incentiva o protagonismo dos alunos e ajuda o professor a conhecer deficiências de aprendizado e a apontar os melhores caminhos. “Isso faz com que cada estudante tenha a aprendizagem moldada às suas reais necessidades, respeitando o tempo e a idade de cada um”, comenta o professor João. Quer conhecer mais detalhes sobre o Aprimora Ensino Fundamental e levar essa tecnologia educacional para a sua escola? Deixe seu telefone neste link, que nós ligamos para você!

Confira a experiência dos professores de Matemática e Português do Colégio Equipe com o uso do ecossistema adaptativo Aprimora que personaliza o aprendizado.

Alunos de escolas públicas aproveitam o apoio da Mesa Educacional E-Blocks para melhorar a aprendizagem A aplicação da tecnologia na educação continua ajudando a alavancar a qualidade do ensino de escolas públicas do Brasil e do mundo. Esse também é o caso do estado de Aguascalientes, México, onde os números surpreendem: 50% dos alunos da rede pública de ensino a nível pré-escolar estão se beneficiando com o uso da tecnologia Mesa Educacional E-Blocks nos últimos seis anos. Reconhecimento internacional Em 2012, Aguascalientes recebeu o International Innovation Award for Public Education (Prêmio Internacional de Inovação no Ensino Público, em tradução livre), da Worlddidac Fundation, pela implementação do uso da tecnologia nas escolas públicas. Inovação garantida com o modelo STEM Em 2015, o estado foi selecionado pela Tel Aviv University e University College London (UCL) para um projeto piloto na América Latina: a aplicação do modelo STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) em 122 escolas públicas com 50 mil alunos. O objetivo? Fazer com que os estudantes da educação primária ao nível superior de ensino tenham acesso a ferramentas tecnológicas para enriquecer a formação acadêmica. O avanço do Ensino Público em Aguascalientes Com o apoio das inovadoras Mesas Educacionais E-Blocks, uso de notebooks para aulas 2.0 no ensino primário e secundário, projetores e outras tecnologias educacionais, a educação de todo o estado mexicano está avançando. Nos últimos seis anos, sua rede de ensino público alcançou: primeiro lugar nacional em Alfabetização e Matemática, segundo em Leitura, terceira posição em Ciências, na Olimpíada Nacional de Matemática e na Olimpíada Mexicana de Informática. Para Javier Treviño Cantú, subsecretário de Educação Básica da Secretaria de Educação Pública (SEP) de Aguascalientes, a história de sucesso de Aguascalientes pode ser estendida para todo o México. “É um passo muito importante, um exemplo a ser seguido pelos demais estados”, afirma ele. Assista ao vídeo completo, produzido pelo governo do México, para o início do ciclo escolar 2016/2017 sobre os avanços de Aguascalientes na educação básica da rede pública de ensino nos últimos seis anos! https://www.youtube.com/watch?v=ef2hPc0TmXs Conheça a Mesa Educacional E-Blocks Desenvolvida pela Positivo Informática Tecnologia Educacional, a Mesa Educacional E-Blocks é uma solução inovadora, lúdica e dinâmica que permite o aprendizado colaborativo de Inglês, Português, Espanhol e de Matemática. A manipulação de blocos de materiais concretos torna o processo de ensino-aprendizagem mais coerente e intuitivo. Já pensou em usar essa tecnologia educacional para apoiar suas aulas? Aproveite para conferir outra história de sucesso sobre o uso da E-Blocks, dessa vez na capital e maior cidade do Reino Hachemita da Jordânia!

Alunos de escolas públicas aproveitam o apoio da Mesa Educacional E-Blocks para melhorar a aprendizagem.

Colégio Sete de Setembro da cidade de Paulo Afonso começa a usar a Mesa Educacional com alunos em alfabetização Paulo Afonso é uma cidade no interior da Bahia e um daqueles lugares que todos já ouviram algum comentário. Lá passa o famoso Rio São Francisco mais conhecido como “Velho Chico”, também é onde está a Companhia Hidroelétrica do São Francisco. A cidade, inclusive, já serviu de refúgio para o cangaceiro Lampião, Maria Bonita e seu bando. Quantos fatos marcantes, não é mesmo? Outro fato importante aconteceu no Colégio Sete de Setembro que adquiriu as Mesas Educacionais Alfabeto para auxiliar alunos em processo de alfabetização. Conversamos com Jean Carlos, representante da Informática Educacional do Colégio, que nos contou um pouquinho sobre como a solução foi recebida e sua utilização. Confira a entrevista! TecEduc: Como a Mesa Educacional Alfabeto é utilizada na escola? Jean Carlos: A ferramenta é utilizada pelos alunos do Programa de Apoio a Aprendizagem (PAA) e do Atendimento Educacional Especializado (AEE). As aulas são em pequenos grupos e individualmente, possibilitando assim que cada estudante seja trabalhado conforme suas necessidades sempre respeitando suas especifidades. TecEduc: Quantas crianças têm acesso a Mesa Educacional Alfabeto inicialmente no Colégio Sete de Setembro? Jean Carlos: A Mesa Educacional Alfabeto atende 35 alunos em processo de alfabetização, sendo 20 do Programa de Apoio a Aprendizagem e 15 alunos do Atendimento Educacional Especializado. TecEduc: Como foi o primeiro contato das crianças com a Mesa Educacional Alfabeto? Jean Carlos: Apresentaram curiosidade e encantamento, pois a Mesa Educacional possui toda uma estrutura com formas, cores e sons que despertam o desejo de aprender, promovendo assim a formação da pessoa e o aperfeiçoamento das habilidades, relacionadas a leitura e a escrita. TecEduc: Como foi a capacitação dos professores e coordenadores para o melhor uso da Mesa Educacional? Jean Carlos: A capacitação aconteceu em dois dias, em horários combinados previamente. A metodologia utilizada por meio de exemplos práticos e esclarecimento de dúvidas, possibilitou o conhecimento adequado para a utilização desse recurso. TecEduc: Qual a expectativa dos educadores para o processo de ensino-aprendizagem com o uso da nova solução? Jean Carlos: A expectativa dos educadores que utilizam essa tecnologia educacional é que esse recurso seja mais um dos meios utilizados para promover a verdadeira inclusão, na certeza que esta só ocorrerá se a escola tiver um comprometimento em zelar para que todos os estudantes tenham acesso ao mundo dos letrados. Ressaltando que a Mesa Educacional Alfabeto é um recurso interessante por estimular a área sensorial, trabalhando vários sentidos ao mesmo tempo, o que contribui para o despertar o interesse e a satisfação no processo de aprendizagem. Quer saber mais sobre o Colégio Sete de Setembro? Acesse o site, siga a página no Facebook ou mande um email para o Jean Carlos: informatica.educacional@colegiosete.com.br Veja também como foi a experiência com as Mesas Educacionais nas escolas de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Confira como está sendo a experiência do Colégio Sete de Setembro da cidade de Paulo Afonso, que começou a usar a Mesa Educacional na alfabetização.

Exportação de Mesa Educacional E-Blocks para educação garante aprendizado sem fronteiras A Mesa Educacional E-Blocks ultrapassou novas fronteiras e já está fazendo parte do dia a dia do Centro de Atención Integral para la Discapacidad (CAID), del Despacho de la Primera Dama, em Santo Domingo, na República Dominicana. O CAID é a primeira instituição na República Dominicana a adquirir unidades da Mesa Educacional E-Blocks e, também, a receber um treinamento específico para o melhor aproveitamento da solução.  Os terapeutas da instituição receberam todas as orientações necessárias para explorar ao máximo os benefícios oferecidos pela nova tecnologia, com foco na melhoria do processo educacional de crianças caribenhas na faixa etária de 04 a 10 anos. O distribuidor de E-Blocks na República Dominicana, Miguel Cohn acredita nas vantagens de adotar a plataforma com crianças que possuem necessidades educacionais especiais. Miguel afirma que “a mesa proporciona o ensino colaborativo de forma lúdica, os alunos aprendem a identificar letras, escrever palavras e construir frases desenvolvendo assim suas habilidades de expressão e capacidades motoras“, em entrevista para o Portal Despacho de La Primera Dama. A solução já está presente em mais de 40 países como resultado da experiência da Positivo Informática Tecnologia Educacional em soluções testadas e aprovadas. Os alunos destes países fazem uso das Mesas Educacionais E-Blocks Inglês, Espanhol e Matemática. Além de suporte comercial, os distribuidores internacionais contam com formações pedagógicas de suas equipes, capacitações e workshops.   CHILE E MÉXICO  Desde 2009  Chile e México começaram a trabalhar com as Mesas Educacionais E-Blocks, pois ambos os países priorizaram projetos especiais com o objetivo de levar cada vez mais tecnologia ao processo de ensino e aprendizagem. As cidades mexicanas do Estado de Aguascalientes, Zacatecas e as cidades chilenas Pozo Almonte, Mamiña, Baquedano e Sierra Gorda contam com os benefícios da aplicação da solução em aulas de Matemática, Espanhol e Inglês para alunos de Educação Infantil e Ensino Fundamental. As mesas E-Blocks foram implantadas em 45 instituições na primeira etapa e em mais 48 instituições na segunda etapa, chegando a 93 escolas com a solução aplicada no processo educacional e transformando o aprendizado de cerca de 12.500 alunos da Educação Infantil nestes países.     Quer saber tudo sobre as Mesas Educacionais Eblocks? Clique aqui e confira.  

Exportação de Mesa Educacional E-Blocks garante aprendizado de crianças em Santo Domingo na República Dominicana. Confira aqui.

Escola, alunos e família unidos pelo projeto colaborativo “Como Funciona!” Qual a história dos bairros da sua cidade? Como surgem os nomes das Ruas? Esses foram alguns dos questionamentos levantados pela professora Patrícia Boller de Morais junto aos alunos do 4º. ano do Colégio Global, localizado na cidade catarinense de São Bento do Sul, durante a realização de um projeto colaborativo sobre Mobilidade Urbana. Com o objetivo de incentivar o debate sobre como funciona a mobilidade urbana de São Bento do Sul, a equipe gestora do Colégio Global convidou seus professores para trabalharem no projeto colaborativo “Como Funciona!”, do Educacional. Confira a entrevista com a professora Patrícia Boller de Morais, uma das educadoras que idealizou, incentivou e trabalhou junto com seus alunos na atividade que mobilizou órgãos públicos, alunos, pais e comunidade em torno do projeto! DSC00151_201663202717_resize TecEduc – Como surgiu a ideia de participar do projeto Como Funciona! com os alunos do 4º ano? Professora Patrícia – Sou professora de Artes, especialista em Arte Educação e leciono em várias turmas do Fundamental I, Fundamental II e Ensino Médio, no Colégio Global. Trabalhamos com o Sistema Positivo de Ensino e sempre usamos o Educacional, aproveitando os materiais disponíveis nessa solução, para enriquecer as nossas aulas. Fomos convidados pela equipe gestora do Colégio Global a participar do Projeto Colaborativo “Como Funciona!” e, logo de início, demonstramos interesse. Vários professores em suas disciplinas específicas foram convidados a participar e escolhi a turma do 4º ano para fazer a inscrição no Projeto ”Como Funciona!”. O objetivo foi dar segmento interdisciplinar com a temática da mobilidade urbana. Isso porque, alguns temas são muito comuns e, um dia conversando com os alunos e perguntando se eles sabiam exatamente o nome da Rua em que moravam, o número da casa, decorrentes de uma explicação de conteúdo na aula de Arte, surgiu a ideia de conhecer melhor nossa cidade, São Bento do Sul, através do mapeamento do trajeto de casa até o colégio. À medida em que fomos conversando, algumas dúvidas foram surgindo, como por exemplo: quem escolhe o nome das ruas, como é organizado o plano Diretor? Desta forma, escolhemos pesquisar Como Funciona a Mobilidade Urbana na cidade de São Bento do Sul, localizada no estado de Santa Catarina. TecEduc – Qual o maior objetivo do projeto? Professora Patrícia – Tínhamos como principal objetivo entender Como Funciona a Mobilidade Urbana em nossa cidade e os principais acessos, trajetos e sinalizações no percurso do Colégio Global até o centro. TecEduc – Como os alunos receberam a notícia que iriam participar de um projeto colaborativo, com entrevistas na Prefeitura da cidade? Como foi a participação deles? Professora Patrícia – Os alunos ficaram superempolgados, principalmente porque a atividade instigou a curiosidade e isso já contou como um ponto positivo. Foram lançadas algumas tarefas para a família dos alunos também interagirem na pesquisa, promovendo uma troca de experiências e conhecimento. Quando foi proposto o tema de pesquisa, procuramos descobrir quem era responsável por organizar a mobilidade urbana na cidade e a melhor maneira de conseguirmos as respostas era entrevistar diretamente o prefeito. No gabinete, eles foram recebidos pelo prefeito Fernando Tureck e pelo engenheiro cartógrafo Paulo Schumacher, da secretaria de Planejamento e Urbanismo. Os questionamentos das crianças foram relacionados principalmente à acessibilidade e ao planejamento urbano. As perguntas foram distribuídas aleatóriamente para que cada aluno pudesse ter a oportunidade de participar da entrevista. TecEduc – Quais foram as principais etapas do projeto “Como funciona!”? Professora Patrícia – Acredito que a escolha do tema e a aula campo, onde a aprendizagem acontece na prática, vivenciando e observando as descobertas dos alunos. TecEduc – Quais foram as dificuldades enfrentadas no decorrer do desenvolvimento do case? Professora Patrícia – Organizar a sequência didática para explorar o tema de pesquisa e selecionar as perguntas para a entrevista. TecEduc – Quais os resultados mensurados no final dessa atividade? Professora Patrícia – O projeto terá continuidade e faremos apresentação do mesmo no Ciclo de Conhecimento do Colégio. Trabalharemos de forma interdisciplinar com a professora regente da turma e nas aulas de Arte confeccionaremos, também, uma maquete e trabalhos para ilustrar a Mobilidade Urbana na cidade de São Bento do Sul. TecEduc – Como foi o envolvimento e participação dos pais? Professora Patrícia – O pais colaboraram principalmente na troca de informações. As primeiras respostas sobre a definição de Mobilidade Urbana foram encontradas e formuladas através das tarefas de pesquisa para casa, onde os pais deveriam ajudar seus filhos a responder o nome da rua, número da casa, sobre o bairro e observarem as sinalizações e acessibilidade no trajeto de casa até o colégio. Eles foram fundamentais, principalmente nas noções de localização. TecEduc – Deixe uma mensagem para a escola que pretende aplicar um trabalho colaborativo em alguma turma. Professora Patrícia – A melhor maneira de se adquirir conhecimento é estimular a curiosidade, que se torna um fator fundamental para podermos ir em busca das respostas. Muitas vezes, coisas simples que passam despercebidas, podem ser temas superinteressantes para troca de conhecimento. Sempre é bom aprender. DSC00198_20166322222_resize E você educador, que tal colocar em prática um dos projetos oferecidos pelo Educacional? Participe com os seus alunos se a escola em que trabalha for plugada.  

Alunos do Colégio Global, de São Bento do Sul, participam de projeto colaborativo Como Funciona!, sobre Mobilidade Urbana. Confira como foi o resultado.

Conheça as inspiradoras experiências comentadas por Michele Rodrigues, coordenadora de tecnologia na educação na Escola Girassol Incentivar a aprendizagem dos alunos com o uso da tecnologia é uma realidade que vem ganhando corpo em escolas de todo o Brasil. Na Escola Girassol, de Salvador (BA), por exemplo, os tablets, aplicativos educacionais e portais pedagógicos já são fiéis companheiros das atividades curriculares. “O uso das tecnologias é fundamental na troca de experiências e na construção de saberes, representando um importante papel no atual cenário da educação”, avalia Michele Rodrigues, coordenadora de tecnologia na educação na instituição. Quer saber mais sobre as experiências da escola soteropolitana com o uso da tecnologia? Confira na sequência! Personalização do ensino com o Aprimora O ecossistema adaptativo Aprimora Ensino Fundamental fez sucesso entre os alunos da turma do 4º ano D. Segundo Michele, o app sempre promove a participação e o entusiasmo dos estudantes. “A turma logo se envolveu na proposta de trabalho, estimulada com os elementos de gamificação do aplicativo. As crianças desenvolveram as atividades concentradas em seus desafios. A receptividade é indiscutível, pudemos ouvir da turma que foi maravilhoso e que ficaram ‘com gostinho de quero mais!’”, conta a coordenadora. Novas descobertas com o Educacional O Educacional, conjunto de soluções inovadoras para a sala de aula, foi outra tecnologia que agitou toda a turma do 3º ano C, período em que os alunos iniciam o uso do portal na Escola Girassol. “Muita expectativa sempre marca essas experiências. A turma vivencia novas descobertas com muito envolvimento e curiosidade, nenhum detalhe escapa aos dedinhos ágeis das crianças. Elas exploram bastante os conteúdos das atividades propostas. É muito gratificante acompanhar essas aulas”, revela Michele. Principais resultados obtidos Por trás dessas experiências enriquecedoras para a dinâmica da sala de aula, também estão os resultados obtidos com o uso dessas tecnologias. Com a aplicação do Aprimora, segundo Michele, veio o aumento da troca de informações e conhecimentos entre as crianças. “Estimula os alunos a interagirem entre si e a buscarem o aprendizado de forma natural, lúdica e intuitiva. Além disso, possibilita que o professor direcione o conteúdo pedagógico de forma personalizada, acompanhando o aprendizado de cada aluno individualmente”, destaca. Já em relação ao Educacional, a coordenadora explica que contribui significativamente para o desenvolvimento das habilidades voltadas aos conteúdos didáticos: “através de seu ambiente digital, as crianças conseguem compreender e absorver com maior facilidade as propostas e desafios abordados”. Professor em foco Para garantir bons resultados na aplicação da tecnologia na educação, Michele Rodrigues explica a importância do papel do professor como condutor desses novos experimentos. “Os recursos tecnológicos são auxiliares no processo cognitivo e a atuação do professor é, de fato, o que torna o seu uso em sala de aula um diferencial, pois ele conduz as atividades em favor da aprendizagem”. Capacitação dos professores Segundo a coordenadora, usar o Aprimora e o Educacional junto às turmas do Ensino Fundamental é um trabalho que exige preparação, acontecendo em parceria com o Educacional, que oferece visitas periódicas de seus consultores à Escola Girassol. “Promovemos a capacitação contínua dos professores para o uso dos aplicativos, com espaço para a discussão sobre a sua aplicabilidade na articulação dos conteúdos e nos contextos de aprendizagem. Além disso, observamos todos os aspectos técnicos. Consideramos fundamental que o uso desses equipamentos seja feito em condições adequadas.” Foto em destaque: Renata Bittencourt E você, educador, também tem uma história de sucesso com o uso de tecnologias educacionais? Deixe o seu depoimento aqui nos comentários!

Conheça as inspiradoras experiências do uso de tecnologias educacionais comentadas por Michele Rodrigues, coordenadora de tecnologia na educação.