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Projetos de robótica despertam interesse na nova geração

Além disso, incluir projetos de robótica na grade escolar reflete positivamente no desempenho dos estudantes em disciplinas tradicionais, aponta estudo.

Essa nova forma de ensinar e aprender é um dos braços da Educação 4.0 e vem se apresentando como um método cada vez mais engajador e estimulante para os alunos, que a cada dia estão mais ligados em inovação e tecnologia.

Um estudo realizado pela consultoria JS Brasil com participantes do Torneio SESI de Robótica, mostrou que a metade dos entrevistados aumentaram suas notas escolares depois de ingressarem no torneio. Fora que 94% dos participantes tiveram, ao menos, mais motivação e dedicação em matérias de exatas, como Matemática e Física.

Inclusive, já falamos aqui no nosso blog sobre o que a robótica educacional pode ensinar aos alunos, e os ganhos que ela oferece para a educação. 

O Coordenador de Tecnologia do Colégio Suzano, Bruno de Paola, também percebeu uma melhora depois da implementação do ensino da robótica no Colégio, principalmente nas disciplinas de exatas. 

“Após a introdução da robótica, pudemos perceber maior facilidade na Matemática e aumento de velocidade do raciocínio lógico, além de desenvolver o pensamento rápido e as soluções aplicadas em diversas situações dadas em sala de aula”, conta.

Algo que a aluna Bianca Fumes, 14 anos, concorda e destaca como um dos principais motivos de gostar das aulas de robótica: “eu gosto da robótica porque ela engloba algumas matérias como Matemática e Ciências e eu posso abusar da criatividade”, conta. Bianca, está participando da mostra da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE) com um projeto desenvolvido por ela e mais 3 alunos do Colégio Suzano. 

Juntos, eles desenvolveram um protótipo de um braço robótico para ajudar pessoas que sofrem de Osteoartrite, doença que afeta os movimentos das mãos. Como você pode conferir no vídeo:

 

“Esse projeto me trouxe uma experiência única, com ele eu pude ter um contato maior com o SPIKE Prime, eu conheci mais sobre a Osteoartrite e pude manter o foco no trabalho em equipe. O que possibilitou vislumbrar o incrível mundo da robótica!”, conta com entusiasmo. 

Se as aulas de robótica já são emocionantes, participar de uma competição é ainda mais compensador. Pelo menos é o que pensa o colega de equipe de Bianca, Henrique de Paiva Prado, 12 anos. “Quando eu recebi a notícia de que eu iria participar da FEBRACE foi uma das maiores felicidades da minha vida”, diz. 

Ele que sempre foi apaixonado por robôs, vê agora mais motivação para participar das aulas. “Eu gosto muito das aulas de robótica porque eu sempre amei robótica e é uma coisa que me deixa livre, eu não penso em mais nada além de montar o robô. Eu também gosto muito da robótica porque eu posso criar coisas para ajudar pessoas e isso me deixa muito feliz”, explica. 

Essa alegria toda tem tido reflexo na aprendizagem e dado sentido às aulas. “Os alunos têm visto as aulas como uma oportunidade para algo maior, como se a aula não fosse o fim do movimento de aprendizagem, eles sabem que tem algo a mais acontecendo, então se dedicam para que sejam notados e façam parte dos próximos projetos”, explica Bruno de Paola. 

O coordenador ainda define a robótica educacional como uma necessidade das escolas atualmente. “A escola do presente deve preparar o aluno para o futuro. Eu vejo um futuro cheio de robôs facilitando e entregando soluções para dores que o mundo tem hoje”, completa.

 

O projeto ArtroBot Solution feito pelos alunos do Colégio Suzano foi feito com o SPIKE™ Prime, conheça essa solução e  todas as possibilidades que ela oferece: