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por | 21 / set / 20 | Giro TE, Inventura

Projeto piloto foi testado em 2019 na modalidade presencial, expandido em 2020 e mesmo diante da pandemia, no formato remoto, continua tendo a aprovação crescente entre os alunos

Em 2019, o Colégio Scalabriniano Nossa Senhora Medianeira, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul sentiu a necessidade de aplicar uma pesquisa aos alunos do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3° ano do Ensino Médio para compreender de que forma os estudantes enxergavam sua relação com a programação

“Entendemos que o estudo da programação é fundamental para o aluno de hoje e para seu desempenho no futuro, por isso nossa atenção em entender como os alunos estavam enxergando essa competência”, conta o educador, Fábio Buffon.

Uma das perguntas questionava sobre o contato ou não com algum tipo de linguagem de programação em alguma aula, curso extra curricular ou ainda que por curiosidade e iniciativa própria. O resultado, segundo Buffon, foi alarmante: 75% disseram nunca ter tido nenhum tipo de contato.

“Ainda que indiretamente eles possuam contato com isso todos os dias pelos seus aparelhos tecnológicos, eles nunca tiveram aulas ou aprendizagem direta com esse tipo de formação e isso nos fez procurar uma solução”, explica.

Foi então que a instituição conheceu o Inventura. “Essa solução era o que precisávamos para trazer a Educação 4.0 para nossa escola de forma mais efetiva”, acrescenta.

Para testar a solução educacional, a direção da escola resolveu incluir o projeto como um piloto para as duas turmas do 6º ano do Ensino Fundamental atendendo inicialmente 50 alunos durante o segundo semestre de 2019.

COMO O MUNDO EXPONENCIAL PEDE UMA EDUCAÇÃO 4.0 NA PRÁTICA

 

“Nosso objetivo era despertar o interesse por tecnologia, inovação e empreendedorismo, inserindo as tecnologias e a linguagem de programação como parte da grade curricular da escola aplicadas em conjunto com os componentes curriculares”, destaca.

Inicialmente o piloto foi inserido nas grades de Matemática e Ciências e os alunos passaram a ter uma aula por semana com duração de uma hora.

AS PRIMEIRAS EXPERIÊNCIAS COM O INVENTURA

Para o educador o Inventura é mais que uma aula de programação, é uma aula que usa a programação para trazer conceitos de Matemática, Língua Portuguesa, Inglês e de várias outras frentes, tornando as aulas extremamente contextualizadas e muito mais imersivas, fazendo com que o processo muito mais divertido para os alunos.

 

“O Inventura é uma solução educacional para transformar crianças em inventores. Ele torna o aprendizado da programação uma experiência fácil, imersiva e estimulante”

 

Ao término do segundo semestre de 2019, uma nova pesquisa foi aplicada com os participantes do projeto. “Inicialmente eles haviam apontado que seu conhecimento sobre o assunto era muito pequeno e, ao final, os mesmos alunos mudaram completamente a forma de ver a programação e colocaram que suas habilidades no assunto tinham aumentado significativamente”, comemora.

 

“As atividades que buscam contextualizar a linguagem da programação com outros conteúdos e outras habilidades e competências”

 

Fábio acha importante acrescentar que os alunos, em conversas informais, mencionavam antes do Inventura que a programação era algo muito difícil, muito distante da realidade deles, mas que mesmo assim acreditavam que ela era importante para o presente e para o futuro deles. 

“Ao final desse projeto piloto a opinião deles mudou e passaram a achar a programação mais fácil. Ela não era mais aquele monstro que imaginavam e o Inventura aos poucos foi desmistificando essa visão de extrema complexidade relacionada a programação e fez eles perceberem que é algo que pode estar próximo do mundo deles”, reforça.

NOVO LIVRO DO INVENTURA DÁ UM PASSO ALÉM, EXPLORA NOVOS CONCEITOS E PODE SER TRABALHO EM CASA

INVENTURA: EXPANSÃO MESMO DURANTE A PANDEMIA

Diante do sucesso do projeto inicial e dos feedbacks positivos dos alunos e das famílias, no início de 2020 o colégio decidiu manter o programa para os alunos que iriam para o 7º ano e, portanto já tinham vivido a experiência com o Inventura e também incluir os novos alunos dos 6ᵒˢ anos no programa, dobrando o número de estudantes atendidos. “O Inventura entrou na grade como uma nova componente, uma hora por semana dedicada exclusivamente ao programa”, explica Fábio.

Entretanto, o cenário de pandemia gerou muita preocupação e insegurança na aplicação do programa de forma remota, especialmente com os novos alunos. “Mas, para nossa surpresa a preocupação que nós tínhamos em criar uma dificuldade para os educandos e também para os professores para guiarem essas aulas não existiu, foi justamente ao contrário. Eles se envolveram muito no processo”, comenta.

Para Fábio, o Inventura, na verdade, ajudou a criar a facilidade para a utilização das tecnologias. “Guiar as aulas foi muito mais tranquilo do que esperávamos e o que a gente ouviu dos alunos é que mesmo com as aulas remotas tudo continuava muito bem. O envolvimento deles permaneceu o mesmo das aulas presenciais”, surpreende-se.

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Para avaliar o aprendizado com o Inventura no ensino remoto, a instituição aplicou uma nova pesquisa com os alunos que responderam o sobre o quanto eles achavam interessante as atividades propostas pelo programa. 

“83% dos alunos classificaram como muito interessantes ou interessantes as aulas do Inventura e gostariam muito que ela continuasse mesmo nesse formato remoto. Nós questionamos também sobre o quanto eles classificavam sua aprendizagem com as atividades propostas pelo projeto e 77% responderam que estão aprendendo o suficiente e que realmente aqueles conceitos e aquelas propostas estão sendo úteis e estão sendo fixados na sua base cognitiva”, destaca.

A professora Jakeline Poppe Todeschini que teve seu primeiro contato com o programa durante a pandemia e tem orientado os novos alunos, conta que sua experiência tem sido realmente incrível. “Eu confesso que tinha um pouco de medo porque não sabia se eles iam conseguir, se iam aceitar bem iniciar essa primeira experiência de forma não presencial, mas eu me surpreendi antes mesmo da primeira aula. Ao anunciar que íamos começar a usar o Inventura eles se encantaram, eles queriam a aula e me mandavam mensagens perguntando quando ia ter. Quando eu pedi para eles olharem o livro, alguns já estavam na quarta lição e falavam: – eu já fiz profe, eu já sei como que é. Eles estão amando, eles fazem a lição antes de mim e sempre pedem para a gente aumentar o número de aulas. Nossa experiência está sendo fantástica”, finaliza.

O Inventura também pode apoiar a transformação da educação na sua escola em algo ainda mais significante e repleto de aprendizados mesmo a distância.

por | 21 / set / 20 | Giro TE, Inventura

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